segunda-feira, 8 de abril de 2013

POEMA DALANGOLA



Maria não tem respeito por ninguém.
Melhor, se faz de vítima, inventa coisas.
Mina outros com sua forma de enxergar.
Movimenta com falsidade, coitado de quem acredita nas suas falas.
Muito baixa não tem moral.

Anda em más companhias, aliás, companhias ideais para sua moral.
E faz chacota com a moral alheia; a isso que nome se dá?
Insiste na bagaceira. Isso é moral de mulher? Ainda mais casada?
Outrora, também, bagunceira com turma que...
Ultraja a sua família mesmo que não seja família completa.

o tente livrar a cara que já é de vira lata.
Nem seja tão covarde para usar humor idiota.
Nisso que faz mostra sua pobreza.
Noutros tempos brigou com mais gente.
Nunca foi expulsa? Só duas vezes...

Antes via sua mesquinharia
E cada vez que perde alguém na sua vida,
Implica e incrimina alguém...
Outrora, na outra perda, a do jovem,
Ultrapassou as medidas com outra e, foi expulsa do lugar.

Basta de idiotice, desequilíbrio e safadeza.
Bem sabia ser você a desequilibrada naquela briga.
Bis, agora temos, só que, com outra vítima.
Bofe! É isso que você é, um bofe metido a besta.
Busca olhar pra você e verá que o que tem é exato o que merece.

Agora vem com graça, sai fora, sua bagunceira, sem moral.
Engana a todos com suas falas explicativas.
Ignorante, sua qualificação; maldosa, invejosa;
Olha, pra bem dizer você não passa de uma doente.
Ultima as pessoas, mas nada tem de moral pra isso.  

Parece uma briga, mas é um monólogo
Pergunta-se: o que é a poesia? Como deve ser?
Pintada de boazinha e de mocinha?
Pouco ou muito açúcar? Retratar a vida ou o sonho?
Puro pensar... A poesia é o que se quer dela.







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