terça-feira, 6 de novembro de 2012

#101


Poesia, 
            tu não tens uma Pátria mãe

Prostituta, usada para enganos
Em bocas e línguas fétidas
Erro ignóbil que forçamos
Talvez por isso os corações céticos

Terna Dama, dos meus braços
Doce hálito de nossas vidas
Espelho da minh'alma
Carrega o meu sangue nas tuas linhas

Mi abandonas no sorriso
Reencontra-me na escuridão
Tu roubas-me o melhor de mim

Mas, quando precisei de ti
Tu estavas lá...mi queimando por dentro
Mas...tu estavas aqui


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